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Xupa Federal CAASO
CAASO - Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira
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O Caaso

Linha do Tempo

Linha do Tempo

1953
22/04 - O CAASO é criado.
08/10 - O CAASO adere à greve geral dos universitários contra o atentado físico sofrido por universitário.

1954
- O CAASO oficializa a ausência do trote e cria se primeiro jornal: Neftur; greve vitoriosa em apoio aos estudantes da ESALQ, pra tirar seu diretor; modernização do relacionamento universitário, principalmente a relação entre professores e alunos: o formalismo das aulas é quebrado, abolindo-se o paletó e gravata; professores e até o diretor aderem.
22/08CAASO lança manifesto concitando as forças armadas e o povo, a manter a constituição;
17/09CAASO adere à greve em apoio à Poli, que não teve seu gremio reconhecido pelo C.T.A.

1956
- Criação da União dos Estudantes de São Carlos, cujo primeiro presidente era aluno da EESC.
28/05 - CAASO promove passeata contra o espancamento sofrido por um estudante, por policiais (neste ano, criou-se o Curso Vestibular CAASO).

1957
- Adere à greve continetal, devido à morte de um estudante em Cuba; gestões para construção do Centro, piscina e para instalação do restaurante; início da construção do campo e das quadras (estas atividades todas contaram com colaboração e projetos de professores da escola).

1958
- O CAASO adere à greve decretada pela UEE-SP reivindicando uma melhor distribuição dos estudantes estrangeiros conveniados para graduar-se nas Universidades do Estado; criação do Escritório-Piloto com a finalidade de promover maior do estudante com a prática da engenharia; criaçãoda Seção de Estágios.

1960
13/12 - Aprovada a lei criando a Universidade Federal de São Carlos, incluindo a EESC na Universidade, o que colocou os alunos em mobilização contrária à inclusão.

1961
29/08 - Com a renúncia de Jânio Quadros, militares e setores civis não queriam permitir a posse de João Goulart; o CAASO entrou em greve, reivindicando que se obedecesse à Constituição de 1946.

1962
- O CAASO participa ativamente do movimento e da greve pra conseguir representação discente nos órgãos colegiados. 08/03 – Publicado no Diário Oficial, decreto autorizando a participação discente no Congresso (pela primeira vez no Brasil).

1963
- Greves, manifestos e passeatas são organizados pelo CAASO, contra qualquer situação política de exceção e contra ações antidemocráticas (o CAASO previa o golpe de 1964).

1964
25/03 – Criação do Fube – Fundo Universitário de Bolsas de Estudo, para auxiliar alunos carentes.
01/04 – Intenso movimento e greve contra o movimento militar. Alguns alunos passam noites reescrevendo as atas de reunião da diretoria e assembléia, que quando foram apreendidas pelas forças de segurança, só continham amenidades. As verdadeiras estão lá no CAASO. A EESC foi a primeira Escola a entrar em greve contra o golpe militar e a ultima a sair.
09/11 – O CAASO solicita ao marechal Castelo Branco, veto total à Lei Suplicy.

1965
- O perigo do jubilamento ronava as Universidades: estudantes que fossem reprovados mais de uam vez, em qualquer disciplina, seriam excluídos; os alunos entram em greve contra este critério, não comparecendo aos exames de segunda época e não entrando em aulas, em março.
09/03 – Reunidos em Assembléia Geral, os estudantes comcluiram que, tendo conseguido reunir todos os estudantes da USP em torno do problema da jubilação e que a proposta do corpo discente da USP conseguiu modificar o artigo 125 dos Estatutos, que tratava do jubilamento, a greve é encerrada vitoriosamente.
08/06 – O CAASO entra em greve, em apoio aos estudantes do CRUSP de São Paulo, que tinha sido invadido por tropas militares, é editada a “Lei Suplicy” que regulamentava a criação de Diretorias Acadêmicas e o CAASO solta um manifestocontra, além de não participar das eleições dessas diretorias, mantendo-se como Centro Acadêmico livre e independente. 16/08 – O CAASO, reunido em Assenbléia Geral, decidiu paritcipar das eleições para presidente do DCE-USP, da seguinte maneira:
Considerando que:
1 – A maioria dos membros do CAASO é contra a Lei Suplicy;
2 – A única razão que nos levará a urna será a coação de se perder um ano de estudos;
Propomos:
1 – Que a anulação dos votos se faça todos escrevendo na cédula: “Votamos sob coação”.
2 – Que o CAASO se solidarize com os colegas de todo Brasil que se dispuserem a sofrer penalidades impostas pela Lei, não comparecendo às eleições.

1967
- Realizada assembléia que se declara permanente, até que os excedentes (alunos que obtinham média mínima nos vestibulares, mas não conseguiam vagas), fossem admitidos na Universidade.
09 – Centro Acadêmico posiciona-se contra a encampação da EESC pela Universidade Fedral de São Carlos, em processo de instalação.
11 – Anulada eleições para a UEE, que passa a ser dirigida por um colegiado.

1968
08/06 – É feita a primeira tiragem do Revista O CAASO; são 1.500 exemplares enviados a professores, engenheiros, empresas, bibliotecas, escolas de engenharia e ao exterior.
12/09 – No XIX congresso da UEE é preso o presidente do CAASO.
Nesta época 36 pessoas foram enquadradas na Lei de Segurança Nacional.
13/09 – Realizada a greve de protesto e passeata, com distribuição de manifesto.
20/09 – Realizada passeata em São Paulo.
21/09 – A EESC, ainda em greve, realiza passeata, às 17 horas.
22/09 – A UNE e a UEE propõe greve; passeatas em Piracicaba e em Riberão Preto, com repressão policial, nesta cidade.
28/09 – O CAASO sai da greve.

O CAASO participou ativamente das lutas contra o arbítrio e pela democracia; a Escola paralisa as aulas por dois meses, para a realização do Fórum Universitário, onde são discutidas a Universidade e as relações acadêmicas – o CAASO participa ativamente; greve contra presença de Rockfeller no Brasil; resistência à Lei Suplicy, ao Decreto 477 e ao AI-5; iniciada a gestão do restaurante.
31/03 – O CAASO lança manifesto contraa morte, por forças policiais, do estudante Edson Luiz Souto, ocorrida no restaurante Calabouça, na Guanabara.
01/04 – Organiza-se uma passeata monstro, em repúdio ao aniversário da revolução de 64.
08 – Manifestações de apoio aos operários do frigorífico de São Carlos, que estavam sem receber salários.
14/10 – Reunião clandestina em Ibiúna, Congresso da UNE, dissolvido pela polícia. Prisão em massa dos estudantes; presos o presidente e o 1º vice do CAASO.
10 – Passeatas, manifestações, comícios relâmpagos, pedindo a libertação dos nossos colegas; após alguns meses os detidos foram libertados, e só então pararam as manifestações; o 1º vice deixou o país, em razão de estar ameaçado pela repressão; voltou posteriormente e concluiu seu curso em 1974.

1969
- Passeata contra a prisão de estudantes (as passeatas estavam proibidas). Luta contra o ensino pago e o autoritarismo; inicia-se uma outra fase na vida do Centro Acadêmico: após a derrota em 1968, quando a repressão baixou violentamente sobre o movimento estudantil, fechando várias entidades, começa uma época bastante negra na sociedade brasileira; o CAASO manteve acesa a chama da luta pela justiça social, contra o arbítrio e o estado de exceção; lança diversos manifestos conclamando os estudantes a lutarem contra a ditadura; organiza-se internamente nas comissões de ensino e luta contra o ensino pago e por melhores condições de estudo.

1970
01/10 – Assembléia geral e passeata em protesto contra as prisões arbitrárias de estudantes por motivos fúteis.
11/11 – Assembléia Geral que discutiu a centralização da USP, pois de cogitava que até as matrículas teriam que ser feitas em São Paulo; a assembléia se posicionou conra isso e foi vitoriosa nessa luta.

1971
23/04 – O CAASO, através de um trbalho de dezenas de estudantes, elaborou um documento contra o ensino pago, que teve repercussão nacional, em quase todas as Cas; este documento transformou-se em um documento contra o pagamento do ensino nas Universidades Públicas; na época, o ministro da Educação tentou sem sucesso combater o documento, afirmando que tinha escrito por ricos egoístas em conlúio com pobres comunistas; este ministro veio a São Carlos e alguns estudantes foram entregar-lhe o documento, sendo que quatro destes foram presos na ocasião, sendo liberados posteriormente; houve uma greve de um dia, em protesto.

1972
- O CAASO prepara uma reforma administrativa, remodelação física e faz planos de estender o trabalho do Centro Acadêmico, que estava dividido em vanguarda e massa, num trabalho único de fotos, o que daria em 1973.

1973
- Reorganização administrativa e remodelação física, com atividades culturais, educacionais e recreativas com a participação de todos os alunos so Campus e moradores de São Carlos; o CAASO dribla a mais feroz censura existente no país expondo no Jornal Mural, todas as notícias que não sairamnos outro jornais, coradas pelos censores; o Centro Acadêmico manda rezar uma missa de 7º dia, em suas instalações, pelo estudante de geologia da USP, Alexandre Vanuchi Leme, eliminado pela repressão; foi a maneira encontrada, dentro da situação vigente, de mostrar à sociedade os crimes cometidos pela ditadura militar; o lema da missa era: “podia ser seu filho”; o CAASO é um dos organismos dirigentes da tarrefa de reconstrução da UNE, que se dá através dos Seminários Nacionais de Engenharia; lançada a revista Texto, com o objeivo de democratizar o conhecimento das publicações de conteúdo político que circulavam entra a vangarda estudantil; o slogan da revista era: “todos têm que ter a mesma informação”; lançado o jornal Resuno, que sobrevive até hoje; numa época de repressão, o jornal feito com recortes de todas as publicações importantes do país dava um panorama crítico da realidade; embora o Campus de São Carlos tivesse na ocasião cerca de mil alunos, a tiragem do jornal chegou a vários milhares, tamanha era a prcura do mesmo por outras unidades universitárias; muitas publicações semelhantes surgiram no Brasil, inspiradas no Resumo; o CAASO continua na luta pelas eleições diretas e Constituinte.
23/08 – Dia Nacional de Luta.

1974
- O CAASO participa ativamente da reconstrução da UNE, sediando as principais reuniões de entidades, que não podem ser feitas em outros locais, em razão da repressão; a gráfica do CAASO colabora com quase todas as entidades estudantis do Estado e outros organismos que combatem a ditadura militar, imprimindo a preço de custo seus impressos.
11/03 – Decretada uma greve geral, que quase se estendeu por quatro dias, em protesto ao aumento do preço das refeições e contra o pretendido fechamento do restaurante; esta foi a primeira greve estudantil realizada depois de 1968.

1975
15/04 – Assembléia Geral para discutir a aplicação do decreto 477 na USP; a assembléia deliberou pela realização de um plebiscito, pela revogação de 477.
13/05 – Nova greve, de todos os alunos do Campus, para que o COSEAS concedesse 126 bolsas de alimentação que estavam sUSPensas; greve vitoriosa.
23/05 – Paralisação das aulas em apoio aos colegas da Escola de Comunicações e Artes da USP, que estavam em greve pedindo a demissão do diretor da Escola.
30/10 – O CAASO lidera com outras entidades a greve geral da USP, por três dias, em protesto contra a tortura e morte nas masmorras do DOICODI em São Paulo do jornalista Wladimir Herzog.
31/10 – O CAASO participa de Culto Ecumênico na Catedral de Sé, em São Paulo pela morte de Wladimir Herzog.

1976
11/08 – Os estudantespercorrem as ruas da cidade, pedindo alimento à população, tomando as refeições, por eles mesmos preparadas nas salas de aula do Campus, em razão do fechamento do restaurante pelos gestores do Campus.
17/08 – Passeata na cidade, em protesto contra o fechamento do restaurante do Campus e São Carlos e do Campus de São Paulo, também fechado pela burocracia universitária; neste mesmo dia eclode uma greve geral na USP, exigindo a abertura dos restaurantes.
24/08 – Os restaurantes são abertos.
25/08 – Nova greve pedindo a publicação da lista de bolsistas (haviam sido cortadas bolsas, para punir os estudantes) além da contratação de uma nutricionista.
31/08 – Volta às aulas, em razão da vitória obtida com a greve.
28/08 – Realizada no Campus a Reunião Nacional de Entidades Estudantis para o dia 9 de outubro; o processo de renascimento da UNE estava se acelerando.

1977
- O CAASO participa, no inicio do ano, juntamente com várias Escolas, da luta por mais verbas para a Educação, na USP, a luta é por uma suplementação no seu orçamento.
24/05 – Uma caravana de ônibus levando estudantes vai a São Paulo, para engrossara passeata, que tem mais de 5.000 pessoas que reivindicam mais verbas para a educação, melhores condições de ensino e liberdades democráticas.
30/03 – Delibera-se o boicote às listas de frequência do Campus, permanecendo os alunos por um semestre sem assiná-las.
30/04 – Semana Santa – O CAASO sedia o II Seminário Regional de Estudantes de Engenharia; realiza-se no CAASO a I Plenária dos Estudantes do Interior, onde se propõe lutar unificadamente por melhores condições de ensino.
05/05 – É distribuida uma carta aberta à população, denuciando a prisão de operários e estudantes na região do ABC em São Paulo; à noite é realizado um ato público em frente à Catedral de São Carlos, com cerca de oito mil pessoas pedindo a soltura dos presos e liberdades democráticas.
19/05 – É marcado o 1º Dia Nacional de Luta, pelo Conselho Estadual de São Paulo; em São Carlos, é deliberado, em Assembléia da União Municipal dos Estudantes de São Carlos, um ato público no Centro da Cidade; quando cerca de 300 estudantes se aglomeraram na Praça Coronel Salles, a polícia os cerca e ameaça com bombas; ao retornar ao Campus da USP, os estudantes são encurralados na Av. Dr. Cralos Botelho, pela Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, sendo derrubados pelos jatos d’água (lançados sobre forte pressão) e agredidos com bombas de gás lacrimogênio e bombas de efeito moral.
15/06 – É marcado para ser o II Dia Nacional de Luta, sendo realizado um ato público na Praça dos Universitários (entrada do Campus) co mcerca de 2 mil pessoas; esta manifestação, apesar de observada pela polícia, não foi reprimida.
04/06 – Há uma tentativa de realização do III Encontro Nacional dos Estudantes, em Belo Horizonte, com violenta repressão; é presoum representante do CAASO, sendo indiciado na Lei de Segurança Nacional.
08 – Realizado um Fórum Universitário que discute os problemas do Ensino em nosso Campus.
11/08 – É marcado, como o Dia Estadual de Luta, com distribuição de cartas à população em São Carlos pelo CAASO e em outras cidades pelas entidades locais.
23/09 – Há uma nova tentativa de realização do III Encontro Nacional dos Estudantes, agora em São Paulo; a USP e outras Escolas são cercadas e são presos juntamente com outros estudantes o presidente e o diretor de cursos do CAASO; no dia seguinte é realizado, semi-clandestinamente, o III Encontro Nacional dos Estudantes, paralelamente a uma assembléia da PUC-SP; à noite, em ato público comemorativo, são presos cerca de 2 mil estudantes, sendo liberados depois de identificados.

1978
- As aulas iniciam no Campus de São Carlos, em difíceis condições; faltam professores, apostilas e estavam colocando um portão, fechando a entrada principal; o restaurante não funcionava bem.
05/03 – Os estudantes entram em greve, reinvidicando a contratação de seis professores, a melhoria da comida, a demissão de um professor parasita que não dava aulas.
06/04 – Os Estudantes e Assembléia Geral decidem tomar osetor de ublicações do Campus, e colocar apostilas na biblioteca; centenas de estudantes participam da operação, fazendo uma fila indiana, que vai do setor de publicações do Campus até a biblioteca; as apostilas são transferidas passando de mão em mão.
18/04 – Os estudantes conseguem uma vitória total e encerram a greve.
19/04 – Realiza-se um passeata promovida pela União Municipal dos Estudantes de São Carlos, contra punições de alunos e por molhores condições de ensino.

1979
- Neste ano, a UNE ressurge, depois de 15 anos de tentativas de reconstrução; o CAASO participa ativamente das lutas das entidades estudantis por: mais verbas para a Educação; pelo Ensino voltado aos interesses do povo; pela anistia geral, ampla e irrestrita, pela democratização da universidade; pelo ensino público e gratuíto.

1980
- O CAASO luta pelo ensino público de melhor qualidade e gratuíto; pela abertura do restaurante; contra intimidações ao movimento estudantil; por mais verbas para a educação; apoio à greve dos operários do ABC; lidera um grande movimento pedindo o fim da ditadura; luta pela libertação e reintegração aos sindicatos de sindicalistas aprisionados.

1981
- O CAASO levantou discussões sobre sua posição dentro da universidade da sociedade; luta por uma Constituinte livre e soberana, pela livre organização dos partidos políticos; discute a conjuntura nacional, o mercado de trabalho e principalmente os problemas diretos dos estudantes: qualidade de ensino na universidade, jubilamento, estrutura administrativa universitária.

1982
- Luta feroz contra a ditadura, por eleições livres e democráticas; pela instalação de uma Assembléia Constituinte livre e soberana; continua a luta contra o ensino pago, nas universidades públicas e pela melhoria da qualidade de ensino e melhores condições de trabalho aos professores e funcionários da universidade.
O CAASO, que sofreu um processo de radicação ideológica em anos anteriores, reorganiza-se internamente, com ampla reforam administrativa para gerir sua área empresarial; os alunos voltam a participar detodas as atividades, tendo em vista o caráter apartidário da entidade e o respeito à pluralidade ideológica partidária e filosófica do conjunto de todos os alunos, criado Escritório-Piloto para prestar serviços à comunidade e treinar os alunos em trabalhos reais; o CAASO luta pela defesa da indústria nacional realizando um seminário de informática que obteve a participação maciça de alunos, professores e funcionários do Campus, bem como autoridades governamentais, representantes da Universidade e de indúdtrias, o CAASO participa da campanha pelo restabelecimento das eleições diretas para Presidente da República; o CAASO promove uma passeata em solidariedade aos alunos da UFSCAR ameaçados pela repressão policial.

1984
- Lutas constantes contra a falta de democracia na sociedade e pela modernização da estrutura universitária; 04/84 – Passeata pelas Eleições Diretas.

1985
- Lutas e reflexões sobre a constituinte; campanha pelas eleições diretas para reitor da Universidade; luta por uma reforma universitária que melhore as condições de ensino e pesquisa.

1986
- Um ano de lutas por uma Constituinte livre e soberana; por uma reforma agrária que distribua terras aos que querem trabalhar e são do campo, dando aos mesmos recursos, assistência técnica e treinamento para que possam serúteis ao país na produção de alimentos; luta pela reserva de mercado, para que a indústria nacional não sofra a concorrência predatória dos grandes centros industriais e possa ter condições de se desenvolvewr e modernizar; passeata contra a presença na cidade, de um governador de Estado, na ocasião autoritário e petulante.

1987
- Paralisações e manifestações contra o reitor da USP, na ocasião professor José Goldenberg; luta por um novo alojamento; luta por verbas para a Educação.

1988
- O CAASO participa de passeatas por mais verbas para a Educação e melhores condições de ensino; como contribuição à história do Movimento Estudantil, inicia a instalação de um arquivo sobre o Movimento Estudantil.

1989
- Restruturação do Cursinho e Colégio CAASO; participação ativa nas discussões originadas da eleição para reitor da Universidade de São Paulo; discução das questões nacionais por ocasião das eleições diretas para Presidente da República. O CAASO reorganiza o Colégio, afastando professores q não condiziam com os princípios de trabalho desta instituição e contratando professores e monitores que comungavam com ideais existentes quando da criação CV CAASO; luta por eleição direta para Reitor; incremento da tranparência e da democracia na administração do Centro; Grande ênfase na atividade cultural centrada na produção própria dos alunos.

1990
- Luta pela universidade voltada aos interesses nacionais, pública e gratuita.

1991
- Luta por melhores condições de ensino e mais verbas para educação.

1992/1993
- Reorganização administrativa do Centro Acadêmico; luta por melhores condições de ensino e pesquisa.

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